Como manter o sucesso do seu time?

A maioria dos times do FABR j√° tem um bom tempo de casa, digamos uns 5-6 anos de estrada. Isso √© tempo suficiente para criar entrosamento, formar um grupo competitivo e desenvolver¬†jogadores carregadores de piano, que sempre tiram uma carta na manga naquelas 4th&2 ou¬†3rd&7 faltando 2 minutos no rel√≥gio. Mas o tempo vai passando, […]

A maioria dos times do FABR já tem um bom tempo de casa, digamos uns 5-6 anos de estrada. Isso é tempo suficiente para criar entrosamento, formar um grupo competitivo e desenvolver jogadores carregadores de piano, que sempre tiram uma carta na manga naquelas 4th&2 ou 3rd&7 faltando 2 minutos no relógio.

Mas o tempo vai passando, o time vai amadurecendo, consequentemente seus jogadores vão envelhecendo e não conseguindo responder ao mesmo nível dos anos passados. Agora, aquelas jogadas miraculosas vão ficando mais escassas e o time inteiro vai sentindo na pele o efeito do tempo.

 

Uma hora a conta chega…

Infelizmente, no mundo do esporte chega uma hora em que o corpo começa a cobrar, com juros, os
anos investidos.

Se o esporte profissional já sofre com isso, imagine nós amadores que temos que nos virar nos 30 com preparação física, dieta, treinos que se iniciam às 22h na chuva, em parques da cidade e todas as dificuldades que estamos carecas de saber.

E agora, meu time já tem um bom tempo na batalha, mas meus jogadores estão se lesionando ou estão se aposentando, o que fazer?

Tryouts ajudam? Sim, mas infelizmente a maioria dos participantes conhecem pouco do esporte, e leva algum tempo até formar um jogador que esteja pronto para os jogos e na velocidade que o esporte está evoluindo, às vezes esse tempo é muito longo e não muito interessante.

Workouts ajudam? Sim, o atleta j√° vem com uma bagagem de outro time, mas junto com a¬†experi√™ncia vem as les√Ķes e o curto per√≠odo de jogo antes da aposentadoria.

Qual seria então, a melhor opção para manter um time vivo ao longo dos anos?

 

A resposta: investir na base!

 

O esporte demorou para ser difundido no Brasil, mas hoje já somos o terceiro país que mais
consome FA no mundo (atrás de EUA e México).

Temos crian√ßas e adolescentes que est√£o¬†brincando com bolas de FA nas escolas e parques nos finais de semana e, acompanhando os¬†SNF na TV. Os times do FABR tem que tirar proveito desse ‚Äúboom‚ÄĚ que o FA est√° tendo no¬†pa√≠s, e oferecer √† comunidade escolinhas para crian√ßas de 10 a 15 anos e/ou criando times¬†sub19 que englobam dos 16 aos 19 anos de idade.

Desse jeito, quando o atleta atinge seus 20¬†anos, ele j√° sabe o suficiente do jogo, j√° tem o famoso ‚Äútempo de cancha‚ÄĚ e est√° pronto¬†para contribuir com o time por alguns anos, mantendo a longevidade e competitividade que¬†todos queremos.

Infelizmente, um jogador bom de 30 anos de idade não tem muito mais tempo e oportunidade, mas um jogador mediano de 18 anos tem muitas, só precisa de alguém para dar um shoulder, um helmet e mostrar os primeiros passos para a evolução.

E o melhor de tudo, começando cedo os times podem descobrir aqueles talentos escondidos e exporta-los para jogar highschool, college e ligas secundárias. Isso já é uma realidade no Brasil, mas se restringe a poucos atletas devido a poucos times terem suas categorias de base.

Pode ser um futuro um pouco distante, mas um dia iremos ver brasileiros jogando lá fora porque tiveram contato com a bola oval cedo e despertaram o interesse de se dedicar o FA.

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